Sem nome de cliente, porque o mecanismo não precisa dele. Número de cliente não sai daqui sem autorização escrita, caso a caso, e o seu também não vai sair.
Medição, 09/2026
79,1% da receita não tinha origem. O que sobrava não servia para decidir verba.
Auditoria do Google Analytics em três camadas, com acesso à conta. Quatro achados: a taxa de conversão contava visualização de página como conversão, 79,1% da receita chegava sem origem nenhuma, um disparo de medição ia para uma propriedade de fora da conta, e um aplicativo que responde por até 30% da receita não era medido como aplicativo em lugar nenhum.
O que não prova: que a receita subiu depois. Uma auditoria diz qual número não pode ser usado para decidir, e é exatamente para isso que ela serve.
Julgamento, 09/2026
O ticket médio caiu de R$ 58 para R$ 5,71. Não tinha caído: o denominador é que tinha inchado.
A queda chegou como falha de rastreamento, com três meses de série para provar. Era a conta: a lista de ações de conversão somava compra com lead e contava o mesmo lead duas vezes, e conversão de objetivo diferente não soma. O número foi refeito antes de virar corte de verba.
O que não prova: nada sobre mídia. Prova a única coisa que painel nenhum entrega sozinho: alguém desconfiando do número antes de ele virar decisão.
Diagnóstico, 07 a 09/2026
77.077 links internos mapeados antes de a gente abrir a boca sobre estratégia
Quatro diagnósticos completos em três meses, com crawler próprio (o robô que percorre o site página por página), não com ferramenta de prateleira. Um deles, em 20/08/2026, inventariou 16.963 endereços, rastreou 1.784 e mapeou 77.077 links internos num documento de 33 páginas. Outro leu 16 meses de Search Console. Outro percorreu 118 páginas de um site em inglês, link a link, com o grafo de ligações junto.
O que não prova: que o tráfego subiu depois. Nenhum dos quatro tem série de tráfego posterior à nossa entrada, e por isso você não vai achar aqui nenhuma frase de subimos tantos por cento.
Rigor, 11/09/2026
O método não passou no nosso próprio teste, e a gente escreveu por quê
Num site de 96 páginas sobre um assunto só, o agrupamento automático de conteúdo ia de 39 a 63 grupos mexendo um limiar de 0,10 para 0,14. Número que muda assim não vira relatório. Trocamos por um agrupamento que parte do negócio, e não do texto: a concordância entre três medições subiu de 73% para 97%, com a cobertura caindo junto e declarada na cara, em vez de escondida.
O que não prova: nada sobre resultado. Mostra o que a gente faz quando a medição não fecha: publica a curva inteira, em vez de escolher o número que ficou bonito.
Engenharia de dados, 09/2026
O Search Console apaga seus dados em 16 meses. O que você não guardou não volta.
Sem histórico não existe sazonalidade nem comparação de um ano contra o outro. A gente construiu e roda o armazém que guarda o seu (Airbyte, BigQuery, dbt, Airflow e Metabase), com 925 linhas chegando no destino em 06/09/2026 por túnel autenticado, isolamento por cliente, e a exportação completa do Search Console acumulando desde 22/08/2026.
O que não prova: que é uma plataforma pronta para muita gente. É um piloto, com um cliente, e a máquina liga na hora de sincronizar.
Conteúdo, 08 e 09/2026
Produzir nunca foi o gargalo. Aprovar é.
17 páginas escritas, verificadas e convertidas por um motor de produção próprio, com revisão cruzada, pesquisa de 53 páginas de concorrente e 4 capturas de AI Overview (a resposta que o Google escreve no topo da busca).
O que não prova: que ranquearam. Nenhuma das 17 está no ar: a publicação trava em 33 perguntas que só o cliente responde, e esse é o gargalo de verdade de quem compra conteúdo.